Julia florista

Senta que lá vem (outra) história…

O nome não poderia ser mais sugestivo: Júlia Florista. Conta a história que ela realmente existiu de 1883 a 1925 e cantava fado pelas ruas de Lisboa. Pronto, já sabe, o vinho é português e confirma uma das minhas três máximas que é: Não quer errar, compre um português. Outra é: vinho bom é o vinho que você gosta. E a terceira: vinho bom não precisa custar caro.
Esse é um tinto, meio seco, delicioso. Não é aquela cerveja, mas desce redondo. Sugestão da minha sommelier favorita, a @celwine, e fez parte o meu pedido pra enfrentar a quarentena. Veio com entrega especial da @adegacuritibana.
Mais detalhes? Tem teor alcoólico de 13%. E sobre Júlia? Morreu pobre e teve apenas doze pessoas seguindo seu cortejo, apesar de ter gravado dois discos em 78rpm (com certeza você nem sabe o que é isso!)
Um vinho pra tomar enquanto faz algum prato simples ou não. É mais gostoso ainda se for consumido a dois. Mas nesses tempos de quarentena, melhor beber sozinho!
Ops: o nome me traz a lembrança da netinha, Júlia, de quem estou morrendo de saudades!
Outro ops: gosto dos vinhos da campanha gaúcha e depois da quarentena vou hibernar em @Vacaria e tomar todos, mas principalmente o @aracuri.
Tim Tim 🍷🍷

2 Comentários

Arquivado em Dia a dia